terça-feira, 24 de agosto de 2010

O que será?

Estou em contagem regressiva para Cuba.
A cada dia que passa parece que as coisas se avolumam ainda mais em minha mente: será que vou lembrar de tudo? Visto, seguro, passagens, documentos da escola, despedida dos amigos, as coisinhas (in)úteis que precisam ser levadas, a vida que tem que ser organizada... Nossa! 

Apesar de ser, em alguns momentos e com alguns assuntos, bem pragmática, eu não faço muitos planos pra minha vida. Apenas lanço as coisas no espaço... desejos, vontades, aspirações. E me empenho em fazer as coisas com as quais me envolvo da melhor forma possível. Depois, espero pra ver o que a vida (destino?) me traz. Foi assim com a EICTV.

Vamos ver o que a vida reserva pra mim agora...
 

cacos


  
sentiria prazer em ser inteira
se não já fossem os cacos...

sábado, 31 de julho de 2010

Ser um...

 A campanha de Marina Silva tem me empolgado bastante, como há muito tempo nenhuma movimentação política empolgava.

Talvez seja o ar de ingenuidade consciente, presente na firmeza com a qual ela defende suas propostas, suas convicções, sua visão de mundo. Talvez seja o cenário político do nosso país, completamente viciado nos jogos escusos e interesses menores, que não deixam nenhum espaço para posturas que não sejam a do eterno ataque. Talvez seja porque hoje o que eu vejo, o que eu escuto, o que eu leio é tão imensamente falso para mim e a descrença é um sentimento tão presente e tão crescente, que não há outro caminho senão acreditar que só podemos mudar isso tudo adotando uma postura amadurecida nas convicções, inovadora nas proposições e aberta à participação.

Toda a aparente ingenuidade da Marina cai por terra quando vemos que a estratégia que ela adotou é, de longe, muito mais perspicaz e audaciosa do que as fórmulas já gastas, reproduzidas por seus colegas de pleito.

Marina é o que de mais autêntico e mais inovador eu já vi, em termos eleitorais no Brasil. Ela propõe uma nova forma de discutir idéias e propostas, além de forçar o Brasil a se pensar sob outra ótica, a se enxergar como um rico país, que pode ensinar ao mundo uma nova forma de se desenvolver. Ela traz para esta campanha valores que já tinham virado palavras vazias nas agendas políticas: ética, moralidade, idealismo, coerência e, porque não, amor.

Ser um, ou ser mais um, é sentir segurança naquilo que o todo (do qual faço parte) defende. Ser um é sentir que ainda há algo a fazer e estamos fazendo, das mais diversas formas, com os mais diversos meios. Ser um é acreditar que só é possível contsruir o que queremos quando queremos juntos.

Já dizia Raulzito: O sonho que se sonha só é só o sonho que se sonha só. O sonho que se sonha junto é realidade.

Ser mais um é sonhar junto e criar junto outra realidade.


Sonhe e crie  ::  Pense e faça  ::  Seja mais um

 


Para participar:


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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Como fazer este Cinema...


Sábado passado fui à Mostra do Jodorowsky do Clube de Cinema esperando conhecer um pouco do cine chileno. 

Por alguma ingenuidade não disfarçada eu tratei de atrelar a obra do diretor, nascido no Chile, com algum tipo de expressão imagética da cultura do país... Talvez fosse um pouco de euforia por ver, inicialmente, uma mistura tão esquisita: um judeu, descendente de ucranianos, que nasceu no Chile e foi atuante nos movimentos da contracultura e surrealismo dos anos 60... Bom, eu estava ansiosa pra saber no que isso ia dar e tinha, em meu íntimo, uma curiosidade peculiar em saber como este latinoamericano havia traduzido estes movimentos de desconstrução de formas e conteúdos para a realidade do país onde ele havia nascido...

Hehehehe... É na expectativa que se constroem os estereótipos e se forjam os pré-conceitos. Minha alma e meu olhar, que em termos de América Latina estavam preparados apenas para os rompimentos estéticos do cinema novo brasileiro ou, no máximo, para o engajamento do novo cine latinoamericano, que se forjava na década de 60, não esperava Jodorowsky.

A arte dele parece quase inclassificável, inenquadrável, inrotulávil... Todos os "in", que tanto podem significar "sem" quanto podem significar "com" (dentro), parecem dizer bem o que vi dele. Ele pode ser ou pode não ser, pode dizer ou não dizer, pode estar lá ou não... Sua narrativa parece uma metafísica visual, onde os planos estão bem além dos planos... O filme parece se passar em alguma dimensão que está entre a tela e o olho de quem vê e a compreensão, igualmente, está neste espaço suspenso. Ele brinca com símbolos, propõe perversões, joga com os sentimentos mais viscerais que podemos ter e depois simplesmente se redime, para começar tudo de novo... Ele nos mostra crus, despidos das máscaras, indefesos e perversos.

O cinema de Jodorowsky experimenta formas, testa conceitos, propõe encontros espirituais, é complexo em sua essência e transcende. Para ele, o cinema tem que servir para uma "abertura de consciência", nos seus planos de um cinema voltado para uma psicomagia.

Fundador do Movimento Pânico - alusão ao deus Pan que se manifestaria através de três elementos básicos: terror, humor e simultaneidade - Jodorowsky ficou pouco tempo no Chile. Aos 17 anos já estava em Paris, trabalhando como assistente de mímico. Suas obras foram filmadas na França e no México, onde filmou um dos seus filmes mais conhecidos: "El Topo", que conquistou o interesse do beatle John Lennon, que até comprou os direitos de distribuição do filme. 
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El Topo - México, 1970
 Jodorowsky é um artista multifacetado... Já atuou como ator, diretor de cinema e teatro, produtor, compositor, escritor, autor teatral, filósofo, humorista, mestre de quadrinhos e, ainda por cima, é especialista em tarô.  

Ele fez parceria com Jean Cocteau e seu Teatro do Absurdo, teve fragmentos do seu filme “A montanha mágica” em clip do Marilyn Manson na década de 80, já foi considerado por muitos críticos como “filho de Fellini com Artaud”, é admirado pelo David Lynch e hoje faz militância mística, atendendo os interessados em consultas ao tarô todas as quartas num café parisiense...

Da França ele acompanha a evolução do cinema mundial e ainda faz planos de conseguir traduzir para a película um dos seus pensamentos mais profundos que diz que "o cinema deve ter a mesma força de uma pílula de LSD. Deve entrar no inconsciente e provocar um choque espiritual". 

É...

A mim, depois de ver estraçalhadas minhas expectativas ingênuas e superficiais, resta aceitar que este latinoamericano de múltiplas influências consegue ser autêntico em sua rica obra que, sem dúvida, provoca vários choques.

Pra quem gosta de cine, segue o seu manifesto...

COMO FAZER CINEMA
Por Alejandro Jodorowsky

1a. LIÇÃO Sentar-se do amanhecer ao anoitecer na frente de uma árvore sentindo a luz. Voltar por sete dias seguidos e fazer o mesmo.


2a. LIÇÃO Voltar à noite com uma lanterna e iluminar a árvore por infinitos pontos distintos.


3a. LIÇÃO Colocar-se a um quilômetro da árvore. Olhar para ela fixamente e avançar centímetro por centímetro em direção a ela até que, depois de algumas horas, se choque o tronco com o nariz. (As duas primeiras lições servem para desenvolver o sentido da luz. A terceira para desenvolver o sentido da distância).


4a. LIÇÃO Colocar-se em um interior ou paisagem e mover-se pensando que seu próprio peito fotografa, depois pensando que a sua cara fotografa, depois o sexo, depois as mãos.


5a. LIÇÃO Coloque-se em um lugar e sinta que você é o centro dele. Logo sinta que está sempre na superfície ao redor do lugar. Ao final rompa a idéia de centro e superfície. Está aí, tudo está em você e fora de você ao mesmo tempo. Você é a parte do lugar. Existe o lugar. Você desapareceu!


6a. LIÇÃO Procurar a cor que não tem cor. Pegue uma página branca e veja suas cores. Pegue uma página preta e veja suas cores. Veja as cores de um vidro transparente. Descubra o arco-íris em um pedaço de terra, em um cuspe, em uma folha seca. Expresse a cor com materiais sem cor. Na verdade lhe pergunto, você sabe quantas cores tem a pele da sua cara?


7a. LIÇÃO Sinta as pontas dos seus dedos como se fossem a ponta da sua língua. Apóie as pontas dos dedos nos objetos do mundo pensando que são frágeis, que uma pequena pressão pode quebrá-los. Peça-lhes permissão antes de tocá-los. Antes de apoiar os dedos na sua superfície, sinta como penetra na sua atmosfera. Aprenda a sentir e a acariciar com respeito. Qualquer ação que faça no mundo com as suas mãos ou corpo pode ser uma carícia.


8a. LIÇÃO Pense que os atores vivem dentro de um corpo como centro de uma caverna. Peça-lhes que não gritem com a sua boca, e sim dentro de sua boca. Que não se expressem com a cara, e sim com vibrações. Viva debaixo da superfície. A superfície do rio não se move, mas você sabe que leva correntes profundas.


9a. LIÇÃO Não importam os movimentos de câmera. Ela deve mover-se somente quando não puder ficar quieta. Você leva o alimento na mão. A câmera é um cão. Faça-a seguir com fome o alimento. A fome faz com que o animal se apague. Não há cão, não há fome, não há câmera. Há acontecimentos. Você nunca pode comer a maçã inteira no mesmo instante. Tem que dar mordiscadas. Enquanto come, você tem uma parte. Deve saber que o pedaço que mastiga não é a maçã inteira. Você nunca pode ter a maçã inteira na boca porque por maior que seja a sua boca, não pode caber nela o fruto que é parte da árvore nem a árvore que é parte da terra. A tela é a sua boca. Ali entram pedaços. Partes do acidente. Não tente trabalhar com planos absolutos. Não creia que existe o plano melhor. Se pode morder a maçã em qualquer lugar. Se a maçã é doce, não importa onde você comece a comê-la. Preocupe-se com a maçã, não com a sua boca. Cineasta! Antologia de fragmentos, você também tem um fragmento, seu filme inconcluso, você é parte, é continuação. Não há encerramentos. Mate a palavra fim. Você começará um filme no dia em que ser conta que você simplesmente continua. Não procure o prestígio. Desdenhe os efeitos. Não adorne. Não pense o que a imagem vai produzir. Não a procure. Receba as imagens. A caça está proibida. A pesca está permitida.


10a. LIÇÃO Nunca trabalhe no papel seus movimentos de câmera. Chegue aos lugares pensando que você não irá mover a câmera, que não irá iluminar, que não irá inventar. Não crie cenas, crie acidentes. Não crie esses acidentes em direção à câmera. Você não está fazendo um filme, você está metido em um acidente. Parte do acidente são seus movimentos de câmera.


11a. LIÇÃO E de repente, o grande prazer. Um plano pensado com a câmera opinando com luz artificial, com “atuações” (uma verdadeira sobremesa!). De verdade lhe digo, por este caminho você pode chegar a fazer filmes de Hollywood dos anos 40. Se você quer ser um grande cineasta de vanguarda, volte a filmar “E O Vento Levou”, exatamente igual, com atores de corpos gêmeos aos de Clark Gable e Vivian Leigh. Se conseguir que seu filme não possa ser distinguido do original, você passou à história.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Cine Chileno no Clube de Cine

Outro dia eu falei de filmes que tinham o Chile como temática e lembrei que eu conhecia pouco do cine chileno... Pois é... não há desejo lançado no universo que não seja atendido!

Vejam só que ótima oportunidade vamos ter aqui pelas bandas do paralelo zero... 

Sábado, dia 24 de julho, tem sessão no Clube de Cinema (SESC e MIS). 

Esta será uma mostra especial, só com obras do cineasta chileno Alejandro Jodorowsky. Serão exibidos o curta "La Cravete" e o longa "El Topo". 

Nas palavras de divulgação de El Topo, Tuto Pessoa (SESC) escreve que este filme é considerado um western completamente diferente de tudo que já foi filmado até hoje, além de ser também um divisor de águas na história do cinema contemporâneo. É, em sua essência, todo um manifesto estético e cultural em forma de filme. Mais precisamente, é a contra-cultura em seu melhor estado, agressiva e subversiva, buscando um lugar ao sol. Não obstante, o título faz menção à topeira, que cava buracos debaixo da terra, no subsolo, com o objetivo de vir à luz - ainda que mal consiga enxergar. O chileno Alejandro Jodorowsky, misto de cineasta e mago, estava interessado em cavar túneis que levassem à tona uma produção cinematográfica até então limitada ao underground.

Então... combinamos assim:


Sábado, 24 de julho a partir das 18 horas
Na Sala Charlie Chaplin, Sesc Araxá
Rola mostra do Alejandro Jodorowsky (curta La Cravete e longa El Topo)


Ah.... e ainda serão distribuídas revistas de cinema sobre vida e obra de Jodorowsky na mostra. 

Não dá pra perder, né!

Mas, pra quem é muito pilhado e não tem paciência pra esperar, aí vão duas dicas:

  • E também ver aqui o trailler de El Topo (1970):



Agora é ir conferir o filme e participar dos diálogos!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Um pouco da EICTV - Escuela Internacional de Cine y Televisión

Rumo à San Antonio de los Baños...
Que tal fazer uma viagem audiovisual pela Escola de Cinema de Cuba?

Bienvenidos a la EICTV!!!


segunda-feira, 28 de junho de 2010

El Chile que yo vi...

Como hoje todos os brasileiros devem estar fazendo suas preces pra que o Brasil vença a seleção do Chile nas oitavas desta Copa, e como meu coração está um pouco lá, um pouco cá... me animei a falar (escrever) um pouco sobre este nosso vizinho distante...

Minha relação com o Chile começou cedo. O país entrou em minha vida aos três anos de idade, quando minha mãe, saindo do interior da Bahia para tentar a vida na selva de concreto paulistana resolveu casar com um chileno egresso da ditadura de Pinochet. Logo vieram os filhos e família começou a ouvir e falar portunhol...

Eu não morava com minha mãe... Por sorte, continuei durante bastante tempo pelos sertões da Bahia e de Pernambuco e só bem mais tarde tive que me confrontar com a cidade-pedra. Mas, SP era meu destino nas férias e, ainda que distante, o Chile passou a ser assunto “corriqueiro”, estranhamente familiar para todos nós. Já não podíamos ter a indiferença que costumamos manifestar com o que é externo a nós, estrangeiro... Já éramos parte, ainda que amorfa e incompleta, deste estrangeiro que entrou em nossas vidas fazendo-se familiar.

Lembro-me da primeira vez que mi madre foi ao Chile, trazendo de lá notícias da neve... Lembro-me dos choques culturais, dos sotaques que marcaram minha infância, dos meus irmãos dividindo a torcida entre o São Paulo Futebol Clube e o Universidad del Chile... Das lembranças, algumas não tão boas, que meu padrasto e seus conterrâneos compartilhavam, sobre o momento político que os fizeram deixar sua terra.

Tantas coisas aconteceram desde então... O Chile mudou, o Brasil mudou, nós mudamos... Meu padrasto resolveu voltar para o Chile. Minha mãe não o acompanhou. Meus irmãos cresceram. Eu vim parar aqui... Histórias fragmentadas que se montam aos poucos. Nossa história.

Hoje meus irmãos moram em Santiago, recuperando-se do abalo econômico que o país sofreu em fevereiro deste ano, depois que uma série de terremotos atingiu o sul do Chile. O segundo andar da casa do meu padrastro, hoje já com nova família, desmoronou. Minha irmã, que trabalha com turismo, ficou meses sem muitos clientes para atender...

Mas, o mundo gira e tudo muda. Hoje é feriado em Santiago, dia de San Pedro e San Pablo. As praças estão cheias de torcedores, querendo ver o seu time passar por cima do nosso verde-amarelo. O jogo vai começar daqui a pouco, mas eu ainda não liguei a TV, só escuto as imitações de vuvuzelas ecoarem.

Estou terminando de assistir um filme lindo e tocante, Chove sobre Santiago (Il Pleut sur Santiago, 1975). É sobre o golpe militar que derrubou o governo legalmente instituído de Salvador Allende e iniciou a “Era Pinochet”. Foi aí que parte da história da minha mãe, de meus irmãos e da minha também, começou... Está aí nosso ponto de fusão....

Agora já ouço o hino do Chile, o jogo vai começar!

Em tempos de Copa do Mundo, a torcida da minha mãe sempre foi para que o Brasil não enfrentasse o Chile, pra que ninguém tivesse que se dividir, se separar...

Não deu mãe... a vida é assim mesmo... Cedo ou tarde a gente se separa... Se você estivesse por aqui agora estaria com o coração dividido como estou... Torcendo pelo seu país, mas lembrando que sus niños estão lá no Chile e, por eles, também vestindo esta camisa...

Autoriza o árbitro...

Que chova então... sobre o Chile e sobre o Brasil... rios de alegria!

####     Outros filmes que falam do Chile e que eu gosto   ####



 1. A Culpa é do Fidel  (La Faute à Fidel, França/Itália-2006):: Qualquer dia falo mais sobre esse filme, é muito bom, mostra a busca e uma garotinha que tenta entender o novo contexto político em que seus pais se meteram, quando resolveram se tornar "comunistas", trabalhando para a vitória do Allende, em 1970. O filme é francês, a menininha complexa e complexada é claro que é francesa e o título só podia ser francês... Vale a pena!


2. A Casa dos Espíritos (The House of the Spirits, EUA-1993) :: Quem já ouviu falar das obras de Isabel Allende deve conhecer o livro que foi adaptado neste filme. A história comovente de uma família chilena. Contando a história da família, a história do país é revista e sentida. Tudo com uma aura de mistério sensivelmente contruída. Muito bom.




3. Por último, o já citado Chove sobre Santiago (Il Pleut sur Santiago, França/Bulgária-1975). Mais bélico, menos romantizado, nem por isso menos sensível em seu olhar histórico/documental sobre os fatos que levaram a derrubada do governo Allende em 1973. 


A única coisa que não gosto muito em todos esses filmes, é que representam o olhar estrangeiro sobre o Chile. Com excessão de A Casa dos Espíritos, que é legitimamente chileno, mas com casting americano... Bom, pode ser uma visão muito limitada a minha, mas me incomoda ouvir a história do Chile ser contada em inglês ou francês... Mas, estas só são algumas das formas de contar as histórias... ainda quero conhecer mais do cinema chileno, da forma como eles mesmos se vêem e se mostram... 

Enquanto isso... vamos ao jogo!!!!

terça-feira, 22 de junho de 2010

uma pré...

Estou lendo, há uns dias, o livro Pré-Cinemas & Pós-Cinemas, do Arlindo Machado, e estou adorando a abordagem que ele dá para tudo o que veio antes e o que virá depois daquilo que nós entendemos como cinema. 

Para além da perspectiva industrial, que motivou o avanço técnico que tornou possível o surgimento do cinematórgrafo, estariam milhares de anos de luz e sombras, imagens em movimento que vêm sendo criadas e recriadas pela nossa imaginação e técnica... Arte! 

O que virá? Como será? E o pós? 

Vou chegar lá... enquanto isso, vai uma pré...



sexta-feira, 18 de junho de 2010

forma/conteúdo

Já que eu não apareço com mais frequencia neste espaço, vou ver se mudo um pouco a forma, para adequar o conteúdo... Quem sabe assim ele vai se aproximando de minhas próprias mudanças e se torna atual...